sábado, 31 de dezembro de 2011

2012

2011 foi um ano maravilhoso.
Mais uma vez só tenho o que agradecer! 

Para 2012 nem desejo um ano melhor.
Se for igual em saúde e amor, já serei pra lá de feliz!

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Dois anos do maior amor do mundo

Acordei pensando no dia 30 de dezembro de dois anos atrás.
Depois lembrei de tudo o que tem acontecido desde então. Desde as alegrias (que não são poucas) até as faltas de preocupações (graças a Deus o Gu tem uma saúde de ouro e comportamento / temperamento dignos de muito orgulho).
Chorei, o abracei apertado, o beijei bastante, disse que eu o amo muito (como faço quase todos os dias) e depois fui terminar os quitutinhhos que eu orgulhosamente preparei para a comemorarmos estes dois anos do maior amor do mundo.

Gu? A mamãe te ama, sabia?


"Futa"

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Feliz Natal

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Eu tenho tanto pra lhes falar...

O ruim de ficar um tempão sem tempo e sem inspiração para escrever no blog é que as novidades vão ficando acumuladas de um jeito, que eu nem sei por onde começar. Então vou escrever sem ordem de importância nem cronológica.

- Comecei a sentir os movimentos da minha meninoca uma semana antes de viajarmos. Que coisa mais gostosa né? Como descreveu a Lu, bem linda e poeticamente, é uma deliciosa sensação de borboletas na barriga. Com certeza é uma sensação única na vida e como vai ser a minha última gestação, estou aproveitando cada chute, cada cambalhota, cada movimento, porque sei que vou sentir saudades disto!

- O Gustavo está muito tagarelinha. Já fala uma porção de palavras e tenta repetir quase tudo o que a gente fala. Esta fase de aquisição da linguagem é muito linda e muito divertida. Eu morro de orgulho e de amor quando ele fala por exemplo "papata" (batata). Também já fala: poita (porta), gandão (grandão), aloiz (arroz), pi (pizza), pesente (presente), aua (água), ponto (pronto) e outras tantas fofurices.

- Inspirada pela querida Ariane, desde segunda-feira desta semana, estou deixando o Gustavo sem fralda. E já aconteceu de tudo um pouco, xixi no vaso, xixi na cueca e xixi começado na cueca, mas que ele segurou pra fazer o resto no vaso. Com o cocô é tudo ou nada. Já fez no vaso (pra felicidade e corujice extrema desta mãe que ficou do lado dele, achando aquela cena a mais linda do mundo) e já fez na cueca também.
Tudo tranquilo e correndo conforme o esperado. Bem, pra dizer a verdade, está melhor do que o esperado. Eu achei que fosse demorar muito mais tempo pra ele fazer qualquer coisa no vaso. Mas como sempre, ele me surpreende.

- De uns tempos pra cá, nem precisamos ficar com ele no quarto até ele adormecer. Fazemos ritual, que também se tornou bem simples e colocamos no berço e pronto. Podemos sair sem problema. Ele se vira de um lado, do outro, solta uns "ai ai" e aos poucos vai relaxando e dorme. Não me canso de dizer que ele é um menino de ouro!

- Tem um amor infinito pelo pai! Quando ele está por perto, não tem pra ninguém. Hoje mesmo, estávamos os três comendo uva e ele comia uma e dava uma para o pai, embora o pai já estivesse pegando as suas próprias. Também tenho que dar os devidos créditos para o pai, já que as brincadeiras mais legais e mais animadas, são por conta dele.

- Estou apaixonada pela minha nova atividade com a fotografia e por tudo o que envolve este mundo. Mas como comecei a trabalhar antes do que imaginava, eu não estava preparada ainda e estou apanhando um bocado e quebrando a cabeça para resolver varias questões que considero importantes. No momento preciso de ajuda para desenvolver uma identidade visual bacana, alguém tem dicas?
Fora isto estou estudando mil coisas ao mesmo tempo, porque para trabalhar com fotografia não basta saber operar a câmera e fazer um enquadramento legal. Tem muito mais coisas e tudo é muito novo pra mim. E apesar da minha euforia, tenho consciência de que preciso dar um passo de cada vez.
Também preciso aprender a me proteger de algumas coisas, comentários e pensamentos negativos principalmente. Ok! Fotografia é arte e como tal, tem gente que gosta e tem gente que não gosta. Pra mim, é simples assim! E me arrisco até a dizer que vou admirar se alguém disser que não gosta do meu estilo. No entanto, existem os comentários maldosos, os invejosos e os velados. Estes sim são difíceis de engolir.

- Nossa semana de férias em Aruba foi deliciosa. Literalmente comer, beber e dormir, tendo como brinde aquele mar azul (ou verde? nem sei especificar aquela cor de encher os olhos) do Caribe, sombra, vento a todo vapor, castelinhos de areia, piscina e muita brincadeira. Em resumo, relax total. O Gu se comportou muito bem no voo de ida, brincou bastante com a massinha que levamos, conquistou muitos fãs em suas andanças pelo corredor, falou tchau para cada um dos passageiros que desembarcou na escala que fizemos em Caracas, cochilou alguns poucos momentos e claro chegou bem cansadinho no hotel. Mas ainda assim, estava serelepe como sempre e querendo explorar cada pedacinho de toda aquela novidade. Na volta dormiu a maior parte do tempo, já que o voo foi noturno. Assim como quando voltamos dos Estados Unidos, desta vez não tivemos problema com o fuso (que foi de apenas duas horas), até porque estávamos de férias e não ficamos muito presos a horários.

- Montamos nossa primeira árvore de Natal juntos (ano passado não deu tempo, só chegamos no Brasil dia 23-12) e foi a maior festa! O Gu ficou doido quando abri as caixas e queria ajudar com tudo. Esticou os galhos, pendurou bolinhas e outros enfeites, ajudou a passar o festão de sininhos em volta da árvore e adorou a "têla" (estrela) na ponta. Mas nos finalmentes, ele gostou mesmo foi do boneco de neve e do "vovô" (Papai Noel). Ambos tocam música e se mexem. Para nosso azar, ele aprendeu a ligar e desligar os bonecos e desde então, não se tem mais sossego aqui em casa, porque obviamente, ele gosta muito mais do modo ON....rsrs

Bem, por enquanto é isto.
Considerando que minha memória anda péssima (já não é muito boa normalmente, mas tá pior), acho até que lembrei de bastante coisa.

Pra terminar três fotinhas de Aruba...


Gu curtindo a piscina...
E a praia!

E a minha barriguinha de 20 semanas

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Fizemos um US e o baby é....

sábado, 19 de novembro de 2011

1, 2, 3 e já!

Passei por aqui para dizer apenas três coisas:

1. Viver e não ter a vergonha de ser feliz. Cantar a beleza de ser um eterno aprendiz. É a vida! E é bonita!  E como é bonita! (Gonzaquinha, me empresta?)

2. Algumas pessoas já sabem outras não, mas eu estou começando uma nova carreira, a de fotógrafa! E meu blog de fotografia, está oficialmente no ar!  http://www.fabiribeiro.com/

3. Aruba, aqui vamos nós...

Besos

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A gente não sabe de nada na vida. A gente não tem controle sobre nada.
Tampouco conseguimos entender e aceitar alguns desfechos que nos são impostos por Deus.

Hoje eu só quero pedir a Ele que encha o coração, o corpo e alma da querida Elisa, do Sergio e do pequeno Arthur de muito amor, de muita paz e de muita serenidade.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A inocente sabedoria

Conversa entre mãe e filho:

=> Gu, de que cor é este giz?
=> Aaaa-dul
=> Muito bem, é azul!
=> E este outro aqui?
=> Aaaa-dul
=> Não, Gu, este é ver-de!

Ele fazendo sim com a cabeça, responde:

=> Aaa-dul
=> E este outro?
=> Aaa-dul
=> Gu, este é ver-me-lho.

Novamente concordando comigo, ele responde:

=> Aaa-dul!


Quer saber? Ele é quem está certo!
Tá tudo azul mesmo!

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Feriado

Como disse uma amiga, nada melhor do que passar o dia dos que se foram, curtindo os que nos rodeiam!





sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Chef Mirim

Ontem na oficina de culinária, com a turma da Renutrir, no espaço da Aprontando Uma da feira Baby Bum.

Ansioso pelo início da atividade

Provou um pedaço do pão de beterraba
e nem quis saber dos recheios

Acho que ele gostou!!! 

Começou a carreira como aprendiz, do outro lado da bancada

Mas logo foi contratado pela equipe da Renutrir!

Não é o chef mirim mais lindo do mundo?

terça-feira, 18 de outubro de 2011

São seus olhos, meu amor!

Eu estava assistindo o vídeo da Cindy Crawford  falando sobre o nascimento dos seus filhos e o Gu se aproximou, viu um trecho do vídeo comigo. Apontou para a tela e falou: "mamãe".

Campanha para um mundo sem cheiro.

Pessoas queridas que leem este blog,

Para o meu bem estar e o da criaturinha que habita o meu útero, preciso muito de dicas de produtos de higiene pessoal, cremes e afins que não tenham NENHUM cheiro. Faz dois meses que não consigo lavar os rosto decentemente e que não consigo passar um hidratante na pele (visualizou a situação?)

Agradeço a colaboração, amigas!

Pedir por produtos de limpeza com as mesmas características seria demais?

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Um relato forte e emocionante

Vale a pena ler cada linha

Relato da Lina Mor para o blog do Ishtar Sorocaba, sobre a Semana do Respeito a Criança.

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Semana da criança - Nascer com respeito

A rede Parto do Princípio está lançando uma campanha intitulada "Semana do respeito à criança", onde o grupo busca chamar a atenção para as rotinas hospitalares desnecessárias no atendimento ao recém-nascido e à parturiente.

Para quem não tem a menor idéia do que é a rotina hospitalar para um recém nascido, estes são os procedimentos mais comuns que são realizados indiscriminadamente em todos os recém nascidos assistidos por profissionais não humanizados:

- O bebê é retirado pelo obstetra, que logo corta o cordão umbilical, interrompendo bruscamente o fluxo de oxigênio, obrigando o bebê a aspirar e encher o pulmão de ar assim que nasce.


- Imediatamente o obstetra passa o bebê para uma enfermeira, que dá uma limpadinha na criança enquanto a estende ao pediatra, para um primeiro diagnóstico.

- O pediatra coloca uma sonda de plástico nas narinas e na boca do neném, para retirar os líquidos que estão no estômago e nas vias nasais e oral (esse procedimento só é indicado nos poucos casos em que o recém nascido tem dificuldades de respiração e precisa de ventilação).


- O bebê recebe nos olhos um colírio de nitrato de prata, que é necessário para preservar a visão caso a criança entre em contato com a bactéria causadora da gonorréia durante a passagem no canal vaginal. Ou seja, é um procedimento desagradável feito em todas as crianças, mesmo quando a mãe não é portadora de gonorréia e/ou quando o parto não foi vaginal.


- A vitamina K, que previne hemorragias no bebê, geralmente é aplicada através de uma injeção na coxa, mas poderia ser dada via oral. Quando tomada via oral, a família deve ficar atenta para repetir a dose mais duas vezes, em casa.


- Só depois de injeção, colírio e sonda, o bebê é levado para os braços da mãe. E esse encontro, geralmente é apressado. Ainda é rotina de muitos hospitais levar o bebê para o berçário, apesar de muitos estudos comprovarem que o melhor para a saúde física e psicológica da família é que o bebê mame e fique no seio da mãe (ou nos braços do pai) durante a primeira hora após o nascimento.


- Nos casos de cesárea, é ainda mais comum separar o bebê da família, tendo em vista a dificuldade da mulher em cuidar do bebê após a cirurgia – no entanto, desde 2005 há uma lei que garante o direito da parturiente ter um acompanhante, que poderia, nesse momento, ficar cuidando do bebê até a recuperação da mulher.

Fonte: Parto do Princípio

Além destes procedimentos, também é muito comum que o bebê seja "alimentado" com soro glicosado e/ou leite artificial, retardando e dificultando o início da amamentação.

O blog do MAPHS publicou hoje uma entrevista muito bacana com a Dra Ana Paulas Caldas que é pediatra neonatologista de Campinas. Ana Paula é uma das poucas profissionais da área que atende partos domiciliares na região e nesta entrevista ela fala sobre o quanto os protocolos hospitalares são arcaicos e desatualizados, não levando em consideração as evidências científicas atuais.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

3.7

A vida tá boa demais.
Só tenho motivos para comemorar.






sexta-feira, 30 de setembro de 2011

As lembranças e as escolhas

Quando eu estava grávida do Gustavo, no primeiro encontro do Ishtar que eu fui, conheci algumas grávidas que pretendiam ter seus filhos em casa. Naquele primeiro momento, pensei comigo, o que é que eu tô fazendo aqui?  Achei que o grupo era alternativo demais para os meus padrões.

Eu ainda era bobinha. Achava que era simples ter um parto normal no hospital, que bastava querer.

Então que eu saí deste encontro achando a mulherada muito louca, muito hippie, mas também sai com algumas pulguinhas atrás da orelha.
E comecei a ler mais, pesquisar mais, pensar mais e mais no assunto. Fiz infinitas consultas com varios médicos do convênio e percebi que a conversa era sempre a mesma e eu já tinha sido alertada sobre aquele lenga-lenga. Até que decidi conversar com alguns profissionais humanizados. E de repente me vi cogitando de ter o meu filho em casa também. E quanto mais eu conversava sobre isto, mas eu me apaixonava pela idéia.

No fim das contas, não deu nada certo por varios motivos dos quais já falei aqui no blog na época (quem mandou ter uma DPP para 30 de dezembro?) e o Gustavo nasceu mesmo foi no hospital, com o médico plantonista. Nem o GO mais ou menos humanizado que arrumamos, apareceu. Tanta busca, tanta pesquisa, tantas consultas, tanta esperança, tanto vai e vem durante a gestação, pra ter este desfecho? Mas peraí! Apesar de tudo isto e diante da triste estatística do nosso país, ainda acho que tive sorte. Afinal, o plantonista escolheu não cortar minha barriga e o Gu nasceu de parto vaginal. Uau! Que vitória!!
Das intervenções que tanto ouvi falar, passei por algumas:  rompimento artificial da bolsa, tricotomia, o famoso soro com ocitocina na veia e a episio. Tudo isto, obviamente, sem nenhuma possibilidade de escolha.
Mas eu sou tranquila. Não sou de ficar elaborando as passagens da vida, de ficar remoendo e tentando achar explicações para o que fugiu do planejado. Aceitei tudo o que aconteceu e ponto.
Tirando a cicatriz da episio, estes fatos todos não deixaram nenhuma grande marca na minha vida, nem na minha alma.

Mas isto não quer dizer que eu escolheria fazer tudo igual desta vez! Não mesmo!

Engraçado que as lembranças mais fortes que tenho da noite que o Gu nasceu, são dos praxes do hospital:

- ser levada da recepção numa cadeira de rodas
- não poder fazer um xixi no banheiro (vai que o menino nasce no vaso, né gente?)
- a recusa categórica em me dar água para eu matar a minha sede  
- as tiras de pano que amarraram as minhas pernas naquele suporte (para não "fugir" da posição ginecológica que os hospitais impõe e que além de humilhante é extremamente desconfortável)
- e outras coisas do tipo.

Outra lembrança marcante é do tempo que fiquei esperando para ser levada para o quarto.
Assim que o Gustavo nasceu, ele ficou um tempinho (inho mesmo) comigo e depois foi levado para o berçário e com ele foram o meu marido e a pediatra.
A minha doulamiga, já tinha feito (e lindamente) o trabalho dela e estava cansada. Além disto, ela tinha um bebê de seis meses na época, que estava com o pai no estacionamento do hospital, esperando pelo seu leitinho. Então, ela foi embora.
O obstetra terminou de fazer a sutura e foi embora.
Outras duas pessoas que estavam lá durante o parto, transferiram a maca onde eu estava para uma cama com rodas, me disseram que alguém viria me buscar para me levar para o quarto e foram embora.

Fiquei sozinha deitada naquela cama na porta do centro cirúrgico sei lá por quanto tempo. Era madrugada e talvez por isto, pouca ou nenhuma movimentação nos arredores dos centros cirúrgicos.

Só sei que vi a moça da limpeza chegar, retirar todo aquele monte de pano usado para limpar o corte, os panos que foram usados para limpar o Gu, os lençóis e jogar tudo dentro de um cestão. Também a vi recolhendo a placenta e todo o material descartável. Em resumo, vi a sala ficar novinha em folha.
Quando ela saiu, me perguntou porque eu ainda estava ali e disse que chamaria alguém para me levar, o que na minha percepção avariada de tempo (coisas de uma recém parida que mal viu a carinha do rebento) demorou mais uma eternidade para acontecer. Uma eternidade solitária e silenciosa.

Desta vez eu quero acolhimento. Eu quero aconchego. Quero carinho.
E é por estas e outras (muitas outras) que desta vez o hospital só será "visitado" em caso de emergência.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Agradecimentos

Como eu sei que quase ninguém volta para ler a caixa de comentários depois que escreve o seu próprio, vou agradecer neste post mesmo (afinal o blog é meu e eu faço dele o que eu quiser)

Então, MUITO OBRIGADA queridas:

Cíntia mãe da Beatriz: se anime sim, quando for a hora certa pra vocês.
Fabi mãe da Laura: estou na 11a semana e pode deixar que quero voltar a blogar sim. É só uma questão de me sentir melhor (fisicamente falando) 
Roberta mãe da Luísa e da Rafa:  é como vc disse, por enquanto é difícil acreditar que caiba mais amor, mas sei que vai sim se multiplicar.
Paloma mãe da Ciça e da Cali Cali:  só espero que passe logo e que não dure os 9 meses como aconteceu com a Cíntia e com a Marina...rsrs
Camila mãe da Gabi e do Pedro: :-D  Gostei de saber que você me acha bem humorada!!! Eu, de fato já estou com vontade, há alguns dias, de sentir cheiro de bolo assando, mas me falta coragem para fazer a massa... :-(
Marina mãe da Bia: não se deixe levar por este medo não. Na grande maioria das vezes, uma gravidez é muito diferente da outra. Quando decidir engravidar de novo, tenha fé e pense positivo!
Kelly mãe da Clara: a coisa com os cheiros tá "braba" mesmo. Às vezes só de pensar sinto ânsia.
Vivian mãe do Gabi: Para desespero de algumas pessoas mais conservadoras, eu ainda amamento sim! rs
Ale mãe da Gabi: Que ele ou ela seja saudável é tudo o que eu quero. Se for uma menina, vai ser bacana, mas se vier um menino, vai ser lindo também! :-)
Carol mãe do Isaac: tomara Carol,  tomara que passe mesmo. 
Paula mãe do Edu: pois é amiga! A gente quis e Deus mandou! Lá por abril chega o(a) irmãozinho(a) do Gu.
Flavia mãe do João: nem precisava dos dizeres entre parenteses. A gente sabe quando as palavras vem láá de dentro!
Lia mãe da Emília e da Margarida: também quero escrever uma história diferente desta vez! ;-)
Sarah mãe do Bento: Lindo é o seu carinho, mesmo em se tratando desta amiga desnaturada aqui.
Lu mãe do Nic e do BB2 na barriga: queridona, já nos falamos bastante nos "bastidores" né? Obrigada ao quadrado!
Dea mãe da Nina: viu só? a gente passa um tempo sem escrever, é nisto que dá. Um monte de novidade ao mesmo tempo. Sobre o segundo, concordo que tem que ter coragem e foi por isto que decidimos não esperar muito tempo, para não perder o pique. E o Gu (este meu gostoso) tem ajudado bastante. Como vc mesma disse, já tá um "moção" dormindo a noite toda. 
E por fim, minha amiga querida do mundo real:
Carla mãe do Henrique e da meninoca na barriga: eu também estou com muita saudade de vocês. Temos muito o que conversar, mas não vai ser por aqui, né? rs

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Notícias e novidades

Antes de mais nada, muito obrigada a todas que deixaram comentários tão carinhosos nos últimos posts.

Um "muito obrigada" especial também para a Carla, para a Fabi, para a Lu, para a Flavia e para a  que deixaram comentários ou enviaram emails,  preocupadas com o meu silêncio. Vocês são muito queridas!

***

O Carlos chegou no dia 28/08, uma semana antes do previsto e está tudo bem, tudo em paz!

Ainda quando ele estava lá, ele recebeu um presente de dia dos pais. Um vídeo que eu fiz com fotos dos primeiros meses de vida do Gustavo. Tinha também uma música linda de fundo e uma mensagem muito especial no final.  Uma mensagem que explica as minhas oscilações de humor e a minha carência enquanto eu estava só com o Gu.  O meu presente de dia dos pais para o Carlos, foi a notícia de que nosso segundo bebê está a caminho!

É isto mesmo! Estamos grávidos!
Uma gravidez planejada e desejada!

Mas diferente da primeira vez, agora tenho me sentido mal com muito mais frequência.
Enjoo, mal estar, cansaço, sono, intolerância a cheiros e a alguns sabores.

Não tenho vontade de comer nada. Logo eu, que sou boa de garfo.
Na grande maioria das vezes, como por pura obrigação, porque sinto como se tivesse um buraco no estômago. E o pior, é que imediatamente após comer, me sinto como uma jibóia que comeu uma presa muito grande e só tenho vontade de "jiboiar", ou seja deitar, que é a única posição confortável pra ficar e dormir.

Também diferente é a situação.
Da primeira vez, eu trabalhava fora e não tinha que fazer café da manhã, nem almoço. Era só chegar e comer. Fazer janta, só se desse muita vontade. Mas agora tenho o Gu. Que precisa ser alimentado, independente das minhas vontades ou da falta delas. Mas, ó, vou dizer, não tem sido nada prazeroso cozinhar.

Também não faço mais a linha "limpa trilho", que significava comer tudo o que o Gustavo não queria mais (o que sobrava da comida dele, das frutas, do suco, etc). Aliás não posso nem olhar direito para os restos de comida no prato, que já me dá enjoo. Também nunca fui fresca de só comer comida do dia. Muito pelo contrário. Detesto desperdício. Mas, nestas últimas semanas, tenho jogado muita comida no lixo, muito mais do que eu gostaria. Fico com dor no coração, mas é que dependendo do que foi o cardápio, não dá, não rola um "restodontê".

Na primeira gravidez, eu também não tinha que encarar uma fralda cheia de cocô  - um minuto pra eu respirar fundo e continuar a escrever -------

O meu olfato está praticamente igual ao de um cachorro perdigueiro. Sinto cheiro de tudo. De roupa usada até fralda limpa, e pasmem, esta última também me incomoda. De fralda suja a roupa cheirando a amaciante. De cheiro de lixo a cheiro de perfume. E a maioria me incomoda. Até o meu próprio cheiro me incomoda, é mole? Como é possível uma pessoa sentir aversão a si mesma?

Em resumo, estou irreconhecível, uma chata.

Depois que li este post bem humorado da Lu, tive que mandar para o Carlos ler. Pra ver se ele me entende pelo menos um pouquinho. Porque se eu, que estou sentindo os sintomas, estou tendo dificuldade em aceitar que uma gravidez é sim diferente da outra, imagino como é que isto está sendo pra ele!
Porque sinceramente? Eu me coloco no lugar dele e imagino que não deve ser nada fácil. Chegar de viagem depois de quase dois meses de saudade e encontrar uma quase desconhecida em casa, e que ainda por cima não quer saber de muita aproximação?
Eu me sinto péssima.
Mas infelizmente não tenho capacidade física para me comportar de outra maneira.

***

SOBRE O GUSTAVO

O Gustavo está falando algumas palavras como mamãe, papa (às vezes sai o "i" no final), vovô, vovó, Tidi (Cida, que é a babá), pãopau (São Paulo, o time do pai), djá (sempre acompanhado dos bracinhos esticados, para pedir colo, porque a gente sempre conta, 1,2,3 e já).

Ele já "sabe" sobre o bebê, já falei pra ele que o(a)  irmaõzinho(a) está crescendo aqui dentro e agora sempre que a gente pergunta onde está o irmãozinho(a), ele aponta para a barriga (às vezes ele bate na própria barriga... fofo de tudo) e se a gente fala pra dar beijo, ele beija minha barriga.

Curiosamente, assim que o Carlos viajou, ele passou a dormir a noite toda. Eu ainda não sabia, mas eu já estava grávida. E desde então, ele nunca mais acordou no meio da madrugada. Ou seja, não passamos por nenhum processo de desmame noturno. Simplesmente aconteceu. Suave e sereno, como eu sempre sonhei.

E o que é mais interessante, é que ele escolheu exatamente o ínicio da gravidez (que ainda coincidiu com a ausência do pai) para me dar este descanso de dormir noites inteiras.

Continua mamando de dia, embora de uns dias pra cá, num ritmo bem mais lento. A produção diminuiu muito e talvez o sabor do leite também tenha mudado. Mas ele não recusa não. Se eu oferecer, ele aceita de bom grado e fica um tempão ali sugando, sabe-se lá o que (o meu amor talvez). Mas quase já não pede mais o "mamá".

Quando eu gravei aquele depoimento para o blog do Ishtar, eu ainda não sabia da gravidez e falei que gostaria que ele mamasse ainda por muito tempo. Mas se por acaso durante a gravidez, ele escolher que é o momento de parar, mais uma vez, vai ser como eu sonhei, uma transição tranquila, sem cobranças, sem pressão. Estou admirada com esta sintonia dele comigo e orgulhosa do caminho que percorremos até aqui!

terça-feira, 23 de agosto de 2011

...

O fim de semana foi gostoso, porém agitado e muito cansativo.
Dirigi mais ou menos 800 km, entre ida e volta.

Estava desde sexta sem conversar com o maridão, por causa da nossa viagem.
E domingo, quando tive oportunidade, não conversei com ele, porque eu estava muito cansada. Só o ouvi dizer que o furacão estava chegando e que por orientações da empresa, ficaria no apartamento no dia seguinte.
Então o Irene  passou e deixou varias regiões do país sem água e sem energia.
Sem internet e com a bateria do celular acabando, ontem ele só ligou para dizer que estava tudo bem.
Hoje, já está caindo na caixa postal.

E a minha sensibilidade (física e emocional) só aumenta!

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Posso chorar?

Tô carente!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Um dia difícil

A medida que o tempo passa, vou ficando mais acostumada a ficar sozinha com o Gu, mas ao mesmo tempo, vou ficando mais cansada.

De maneira geral, o Gustavo é uma criança muito doce, obediente e alegre!

Mas ontem, ele teve um dia difícil. Estava muito inquieto e irritado. 
Primeiro que ele acordou muito cedo e não quis mais dormir. Depois que quase nenhuma atividade (nem molhar as plantas do jardim, que ele adora) o entretia. E olha que tentei varias coisas.  Aparentemente sem motivo nenhum, ele sentava no chão e chorava. Não quis nem conversar com a vovó pela webcam.

Ainda durante a manhã, me senti exausta.

Juro que teve momentos que senti vontade de sentar e chorar junto com ele. Em alguns outros, perdi a paciência, gritei e me arrependi. Pedimos desculpas um ao outro varias vezes no dia.

Estou sem faxineira de novo e tinha planos de dar uma geral na casa no fim de semana, durante as sonecas da tarde. Mas não tive ânimo. Ele consumiu as minhas energias físicas e emocionais.

Ainda faltam três semanas para o Carlos voltar e neste período, espero que cada dia dure o apenas o seu devido tempo e não uma eternidade como foi o dia de ontem.

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Falta o que?

Ando meio desligada da blogosfera.

De vez em quando leio um blog aqui, outro lá, mas tenho comentado pouco.
Primeiro porque muitas vezes não sinto vontade e depois, porque sempre que eu quero, não consigo (algum bug que está demorando pra ser resolvido). Daí desanimo!

Além de uma certa falta de vontade, também tem o quesito tempo, já que, quando não estou trabalhando no computador, tenho que brincar e passear e fazer comida e dar comida e dar mama e fazer dormir e tomar banho e estudar para outros projetos e etc. E como todo mundo já sabe, blogar (postar, comentar, retribuir visitas, debater, etc) requer tempo. Um tempo que ultimamente, não estou muito disposta a perder.

Como este blog foi criado para ser uma espécie de diário, assunto é o que não falta.
Afinal, criança em casa é uma eterna fonte de novidades. Palavras novas, gracinhas novas, birras novas, interesses novos, curiosidades novas, traços de personalidade novos... Isto sem falar de mim, que também ando com nuitas coisas novas na cabeça: idéias, medos, ansiedades, desejos e outras tantas coisas.

Mas falta inspiração pra escrever (aliás escrever definitivamente não faz parte das minhas habilidades). Por isto ultimamente só tenho relatado os finais de semana, colocado algumas fotos, e coisas que em geral, não requerem muita elaboração.

Sendo assim, quero que me perdoem as amigas virtuais as quais não tenho dado muita atenção.

Espero em breve ter vontade de blogar (no sentido completo da palavra) de novo!

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

"O" fim de semana e a evolução do sono

Tivemos um fim de semana prolongado.
Não, não foi feriado aqui. Mas a babá não veio de novo e passamos juntinhos e sozinhos esta segunda feira gostosa e especial.

Mas voltando ao começo, sábado saímos um pouco do seu ritmo. Almoçamos e passamos boa parte da tarde na casa da Gi, fazendo um artesanato para o encontro de domingo. Você cochilou só alguns minutinhos lá e isto teve reflexos durante a noite. Depois de muitas sem acordar, você acordou. Uma única vez, já quase amanhecendo, e quando deitei com você, você dormiu de novo.

Domingo fomos comprar as frutas para a semana e depois fomos ao parque para o nosso encontro de encerramento da SMAM 2011. O dia estava lindo e o encontro foi um sucesso. Muitas mães, crianças, e muita gente apoiando! Teve até imprensa para cobrir o evento. Saímos de lá já passava das 13h e apesar de ter passado muito da hora do seu almoço, eu não me arrependi de termos ficado tanto lá. Você brincou muito e estava tão feliz, que dava gosto de ver.

O João Pedro te emprestou a bicicleta e o pai!
Coisa de amigo mesmo, né filho?

Preferi não almoçar fora com as meninas, para não te privar mais uma vez da sua soneca da tarde. E como eu não tinha preparado o almoço antes, almoçamos frutas o que também foi muito bem vindo, visto que fez um calor danado ontem.


E já que ontem ficamos sem almoço, hoje fiz um bem caprichado pra você e me dei de presente um almoço fora. Como não tinha monitores no espaço kids, uma funcionária se ofereceu para brincar com você enquanto eu almoçava bem ali do lado. Salada, risoto e mousse de chocolate! Este foi o menu. Todas as vezes em que eu entrava lá, ela me enchia de elogios a seu respeito, filho. Sai do restaurante de peito e barriga estufados. De orgulho e de comida, respectivamente.

Depois da sua soneca, fomos ao parque com a Carla e o Henrique. Pouco tempo para tanto papo gostoso e tanta brincadeira. Tempo suficiente apenas para ficarmos com gostinho de quero mais.

***

A evolução do sono


Faz 29 dias que o papai viajou.
E faz 29 noites (com exceção da noite que mencionei acima) que o Gustavo dorme 10, às vezes 11 horas seguidas! Curioso né?

Além disto, de uns dias pra cá, ele não acorda mais chorando. Eu ouço ele "conversar", brincar, bater no móbile, às vezes ele dá uma resmungadinha, mas quando ele se cansa mesmo de ficar no berço, ou quando quer companhia, ele simplesmente me chama! Isto mesmo! "Mããã". Eu não resisto a isto!! Sempre vou prontamente pegar e abraçar o meu gostosinho!

Outro sinal claro de evolução, foi esta noite. Fiz tudo como sempre faço, e para finalizar o ritual, peito. Mas o peito já não é mais um sonífero tão poderoso, a menos que ele esteja muuuito cansado mesmo. Então depois de muitos minutos mamando inquietamente e sem sinais de que iria adormecer, coloquei ele no berço e fiquei por perto. Ele me olhava e eu dizia pra ele fechar os olhos pra nanar. E o engraçado é que ele obedecia! Eu ficava observando e quando achava que ele estava dormindo, tentava sair de fininho. Ele percebia e levantava. Eu voltava e dizia novamente pra ele deitar e fechar os olhos. Ele obedecia e deitava. Acho que repetimos esta mesma sequência umas quinze vezes! Até que eu resolvi sair do quarto de verdade. Saí e fiquei no outro quarto. Percebi que ele se levantou e passados poucos minutos, ele me chamou (sem chorar, apenas chamou "Mãã"). Eu, sem entrar no quarto, falei que estava ali, mas que era hora de dormir e que era pra ele deitar e fechar os olhinhos. Ele deitou! Deitou e se mexeu e remexeu e levantou de novo. Me chamou de novo. Eu, repeti a mesma frase e ele obedeceu. E novamente isto se repetiu por algumas vezes. Até que o silêncio prevaleceu. Esperei algum tempo e entrei no quarto pra ver se ele tinha dormido. E não é que ele dormiu mesmo!! 

Gente, ele d-o-r-m-i-u !!!

Sem estresse, sem choro, sem mamar, sem colo...nada!
É....meu menininho está crescendo!

sábado, 6 de agosto de 2011

Hoje estou lá...

Hoje tem o meu depoimento sobre a amamentação lá no blog do Ishtar.

Um pouco nervosa, um pouco perdida nas palavras, mas deu pra passar o recado.

Aqui tem mais sobre a nossa experiência com a amamentação.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Qual será que eu escolho pra hoje?

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

SMAM 2011 em Sorocaba

Muito já foi dito por aí sobre a Semana Mundial de Aleitamento Materno.

E assim como em varias cidades do mundo, Sorocaba também tem uma programação para comemorar e divulgar a SMAM e o Ishtar Sorocaba organizou alguns dos eventos da semana.

Exposição de fotos
Uma linda exposição de fotos que vai ficar no Villagio Shopping até o próximo domingo. Esta exposição mostra mães amamentação seus filhos de idades bem variadas, em diversos lugares e posições. Tem mãe noiva amamentando, tem mãe recem parida amamentando no chuveiro, tem mãe fotógrafa que se deixou clicar, tem mãe de criança crescida, mostrando a beleza da amamentação prolongada, tem foto profissional, tem foto caseira, enfim, tem de tudo um pouco. E eu estou muito orgulhosa de fazer parte deste grupo de mães "modelo". Porque o principal objetivo disto é expor, informar, apoiar e promover a amamentação, que além de ser a melhor forma de nutrir o bebê, é também uma fonte inesgotável de aconchego e de amor!

Algumas fotos da exposição:






Videos com depoimentos sobre amamentação
Durante toda esta semana, será colocado um vídeo por dia no blog do Ishtar Sorocaba. Estes vídeos são depoimentos de mães que participaram do grupo durante a gestação, contando suas experiências com a amamentação. Já tem 3 vídeos no ar. Pra quem quiser assistir é só entrar aqui.

Mamaço Sorocaba
O nosso mamaço não vai ser em tom de protesto, como foi o famoso mamaço do Itau Cultural. Vai ser uma demonstração coletiva de doação, de entrega, de apoio, de vontade, de respeito e de amor !
Vai acontecer no próximo domingo, no Parque Campolim, encerrando a SMAM 2011 em Sorocaba. Está sendo organizado pelo MAHPS - Movimento de Apoio a Humanização do Parto em Sorocaba e conta com o apoio do Ishtar Sorocaba, do blog Mulheres Emponderadas, do Banco de Leite de Sorocaba e do Hospital Modelo.

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Ó Minas Gerais

Daí que fomos para Minas na sexta-feira.
Passamos um fim de semana gostoso na casa da vovó. Aliás vovó é uma palavra que você já aprendeu, filho. Fala mais vezes e melhor do que mã (mamãe) ou papa (papai)

A coisa mais fofa que aconteceu nestes dois dias, foi quando você acordou da soneca da tarde no domingo. Como lá não tem berço, você dormiu na cama mesmo, rodeado por travesseiros e almofadas que evitariam uma queda durante suas remexidas sonolentas. No entanto, quando você acordou, ficou no maior silêncio. Não chorou, não resmungou. Nada! Até posso imaginar você sentando na cama e olhando ao redor, a procura de alguém. E como não encontrou, saiu andando pela casa. Eu e vovó estávamos conversando no sofá e de repente você passou. De meia, todo descabeladinho e com os olhos ainda apertados de sono. Uma gostosura sem fim.

Além de explorar o colo do vovô que você tanto ama, você brincou com a sua prima até cansar e "ajudou" a vovó na horta.
De resto não tenho muito mais para falar sobre o fim de semana.



sexta-feira, 29 de julho de 2011

O Balão Vermelho

Segunda-feira estávamos na sala, eu (ainda me recuperando), minha mãe (organizando os brinquedos do Gu) e o Gu (ajudando a vovó) e a TV estava ligada.

Era hora do Festival Internacional de Cinema Infantil e começou a passar um filme onde um garoto encontra um balão vermelho preso a um poste. Ele sobe no poste, pega o balão e o balão se afeiçoa a ele e passa a segui-lo por onde ele vai.


Minha mãe falou sobre o balão para o Gustavo e ele olhou, mas não deixou o que estava fazendo.

No decorrer do filme, ele foi prestando mais atenção e minha mãe foi narrando algumas coisas (o filme quase não tem falas).

De uma altura pra frente, ele se sentou e não tirou mais os olhos da TV, até o filme acabar (fiquei impressionada, porque ele não costuma parar por nada que não seja o Júlio e sua turma)

Mas não era pra menos. O filme é leve, encantador e cheio de poesia.
E fez o maior sucesso com o meu pequeno sonhador!

O Balão Vermelho é um filme francês, foi produzido em 1956 e tem pouco mais de meia hora de duração. Foi premiado em Cannes e ganhou um Oscar.

Mas independente de qualquer premiação, eu adorei e recomendo!


Um trechinho:


P.S E já que ele gostou e prestou atenção no filme, no outro dia eu coloquei  Babies pra minha mãe assistir. O Gustavo ficou no colo dela, praticamente imóvel a maior parte do tempo! Das outras vezes que tentei, ele não demonstrou muito interesse. Será que é mérito da vovó?

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Para quem mora em Brasília ou no Rio

Mulherada da capital federal e da cidade maravilhosa, aqui vai uma dica pra vocês!



O Grupo Sobrevento realiza o Primeiro Teatro: Ciclo Internacional de Teatro para Bebês, nos CCBBs Rio de Janeiro e Brasília. A programação traz algumas das mais destacadas companhias e artistas, de três países europeus, que se dedicam ao teatro para a primeira infância (Laurent Dupont, da Cia. Acta – França, Cia. La Casa Incierta – Espanha, Antonio Catalano – Itália) em apresentações, palestras e oficinas.


Dirigido especialmente a crianças de 6 meses a 3 anos, reunindo trabalhos de diferentes companhias que acreditam na capacidade poética inata do ser humano, apresenta um Teatro provocador, inesperado, questionador e ainda garante aos bebês o seu direito de integração à cultura e à sociedade.


A mostra acontece de 26 de julho a 21 de agosto e a entrada é franca!
 
Para quem se interessar, os detalhes estão no site:  www.bb.com.br/cultura

Escorregar, brincar, dormir, chorar e mamar

Apesar da ventania, o céu estava tão azul que eu não resisti e sábado de manhã te levei no parquinho. E nós brincamos viu, filho! Subi no escorregador com você incontáveis vezes (aquela escadinha vazada e pouco segura ainda não é pra você). Desci com você no colo algumas vezes e depois deixei você descer sozinho. Meu Deus! Que alegria a sua! Ainda mais porque, já que eu estava lá cima, eu descia no escorregador vizinho, e você se acabava de tanto rir.
Por você, a gente não almoçaria e você não dormiria. Podíamos passar o dia todo subindo e descendo que você estaria feliz!
Voltamos pra casa contra a sua vontade, claro!

E foi naquele estado de imundície que você foi conhecer a sua bisavó. Que bela primeira impressão hein?

Quando você voltou de lá, estava bem cansadinho, mamou e quase dormiu. Te despertei para o almoço e a tarde, como era de se esperar você dormiu bem e bastante (quase 4 horas!!!).

Então você acordou e fomos na casa da Inaê e do Davi. Você brincou, brigou, comeu, chorou, mamou e além de tomarmos o café da tarde super gostoso que a Inaê preparou, ainda ficamos para a pizza!
Você dormiu mais uma noite sem acordar.

Sobre o domingo, já falei um pouco aqui. A novidade é que vovô e vovó de Minas, que já não te viam há mais de um mês vieram passar o fim de domingo com a gente e a sua única refeição sólida foi mesmo a pera da manhã. De resto muito peito, era só o que você queria. Voltei a ter um RN em casa! :-)

Como já era de se esperar, o bom ritmo das noites bem dormidas, foi quebrado. De domingo pra segunda, você acordou algumas vezes. Mas foi só aquela noite.
Vovô foi embora segunda, mas vovó ficou com a gente, porque segunda-feira, foi o meu dia não me sentir bem. Senti um cansaço que não é comum e tive diarréia o dia todo.
Agora, tirando a sua manha, que eu acho que tem a ver com a presença da vovó, tudo voltou ao normal!

domingo, 24 de julho de 2011

Sobre a ausência

Na semana anterior a viagem do pai, o Gustavo estava bem agitado. Acordava muito nas madrugadas, demorava pra voltar a dormir e dormia pouco de dia.

Então o pai viajou e desde então (e lá se vão 7 dias) ele não acordou de madrugada nenhuma vez. Acordou cedo no primeiro dia e não quis mais dormir, mas considerando as mais de 9 horas de sono ininterrupto, me dei por contente!

E a coisa foi evoluindo e ele foi acordando, a cada dia, um pouco mais tarde.

As sonecas da tarde também estão bem longas. Mas nenhuma superou a de ontem, quando ele dormiu quase QUATRO horas! Eu nunca fui destas mães que vai no berço pra ver se o bebê está respirando e ter certeza que está tudo bem. Mas ontem eu fiz isto! Achei que ele estava dormindo demais! Ele acordou (quase 6h da tarde) e achei que a noite seria complicado fazê-lo dormir! Me enganei. Dormiu fácil e direto até 8:30h da manhã de hoje.

Hoje, pela primeira vez depois da viagem, ele foi procurar o pai na cama, como ele sempre fazia.
Daí descemos, ele brincou um pouco e comeu uma pera. Estava animadinho!
Mas logo começou a ficar bem manhoso e percebi que estava febril. Algum tempo depois fez um mega coco mole. Então começou a pedir peito e colo e aos poucos foi ficando amuado. Coloquei o DVD que ele ama e ficamos assistindo juntos. Ficou no meu colo quietinho um tempão. Depois deitou no chão. E enquanto fui fazer o almoço, ele dormiu.

Na minha opinião, isto é saudade!





segunda-feira, 18 de julho de 2011

Minha mãe que disse

Eu não sou de fazer propaganda por aqui, ainda mais quando não é por minha própria iniciativa.

Mas estas meninas merecem!

A Roberta é pura diversão e vai até deixar o marido aparecer no blog fazendo striptease mostrando a  receita secreta dos biscoitos naturebas (sem cortes...hehehe) e a Flavia é uma queridona de marca maior que faz a gente se sentir em casa, mesmo estando lá no espaço do Astronauta.

E além de divulgar o super mega blaster blog que reune a mãezarada toda deste mundão cibernético de meudeus, ainda corro o risco de ganhar alguma coisa! ?!? Comassim?

Aí não dá pra não fazer propaganda né, gentem?

E não é em um post qualquer, como permitia o regulamento, não.
É propaganda descarada mesmo!

Você já viu o site? Não?  Passa  !
Além de tudo, o blog ainda tem uma ilustração linda da Lu talentosa !

É isto!
Beijos nas meninas, abraços do Galileu (ih...empolguei)

***

E é claro que eu estou participando do sorteio de lançamento do Minha Mãe que Disse!

domingo, 17 de julho de 2011

Jardinagem, jantar e despedida

Foi mais um fim de semana deliciosamente normal. De jardinagem, brincadeiras e passeios a pé que você tanto gosta. Aliás jardinar comigo, é uma das coisas que prende a sua atenção como poucas outras. Passamos a manhã de sábado fazendo isto e você estava feliz como um pinto no lixo.

Teria sido tudo como sempre é, se não fosse por dois motivos.

Primeiro foi que eu e o papai saímos sozinhos para jantar no sábado a noite! 
É filho, depois de dezoito meses e meio, nós estávamos precisando disto (a única vez que saímos sozinhos antes disto, foi para ir ao show do U2, mas um jantarzinho a dois é outra história) . Deixamos você com a vovó às 20h e às 22h fomos te buscar. Para nossa surpresa, você estava acordado, nos esperando para fazermos juntos, o seu ritual de dormir.
Foi muito bom poder jantar tranquilamente, saborear a comida sem pressa e sem ter que sair correndo atrás de você. Eu não trocaria a vida que eu tenho hoje, pela vida que eu tinha antes de você, por nada deste mundo! Mas de vez em quando é bom ter este tempo pra passar só com o seu pai! Um dia você vai entender isto.

O outro motivo é que o seu pai foi viajar de novo. E desta vez, a despedida foi muito mais difícil. Da primeira vez que ele viajou você ainda era muito bebê, não interagia muito e não entendia o mundo da forma como você entende hoje. Ele não sentiu tanto e acho que você também não. Mas agora, você está muito mais esperto e o seu pai tem "tarefas" muito específicas na sua rotina. Isto sem contar que você tem nítida adoração por ele. Sempre que ele chega do trabalho, eu sou praticamente excluída das brincadeiras. Um exemplo é que você sempre quer o papai dentro da sua barraca com você! Eu que me atreva a colocar os meu pés lá dentro, que sou prontamente "convidada a sair". Eu acho lindo. Adoro ver as suas demostrações de amor por ele. Por outro lado, sinto um aperto no peito ao tentar entender como você vai reagir a esta ausência! Hoje enquanto ele entrava no táxi, você, chorando, esticava os bracinhos e o chamava com as mãos.
Espero que eu tenha energia e paciência suficientes para suprir e entender a sua saudade!

Esqueci de mencionar que você acordou na madrugada de sábado para domingo e ficou muito tempo acordado, coisa que não acontecia já há bastante. Acho que foram mais de duas horas, sei lá. Daí, diante de suas reclamações e "conversas" incessantes, o papai também acordou e foi ver o que estava acontecendo. Ficamos os três deitados apertadinhos na cama de solteiro do seu quarto. Como nenhum de nós conseguiu dormir lá, dedidimos levá-lo para o nosso quarto, onde dormimos os três juntos até quase nove horas da manhã! Que delícia! Tá bom ou quer mais?

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Só eu e ele!

Hoje a babá não veio.
Ela tinha um problema pra resolver e disse que esperava resolver tudo na parte da manhã, mas me ligou quase na hora do almoço falando que não tinha previsão da hora que estaria liberada!

Em resumo, fiquei sozinha com o Gustavo e obviamente não trabalhei.

Mas olha, vou dizer uma coisa, tirando o fato de que eu vou ter que trabalhar a noite e provavelmente, no fim de semana também, para respeitar o prazo do meu projeto e entregar tudo na segunda-feira, eu até que gostei!!!

Passamos o dia juntos, brincamos, ouvimos música, dançamos e passeamos!
Eu bem que tava com saudades disto.
Claro que temos os fins de semana, mas é diferente. Não sei explicar.
Vocês me entendem?

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Fim de semana

Filho,

Hoje tive que ir para São Paulo e o dia na empresa foi bem corrido. Então não tive tempo de escrever sobre o nosso fim de semana. E agora já é tarde e estou cansada, mas vou deixar um resumo aqui pra gente!

No sábado fomos no encontro do Ishtar, que teve como tema:  "Planejando o parto: fazendo escolhas e como lidar com mudanças". Eu falei sobre a mudança de planos pela qual passamos quando você nasceu, filho. Tinha mais mães pra dar os seus depoimentos, do que gestantes para ouvir. Talvez pela necessidade que temos de desabafar sobre as frustrações, quando as coisas não saem exatamente como planejamos. E enquanto eu falava, você brincava. Brincou muito! Com o cavalinho de madeira (inclusive, você, literalmente, caiu do cavalo), com os carrinhos do amigo Henrique e do novo amigo Gabriel e com os bonequinhos de pano da Camila.

Depois voltamos pra casa para buscar o papai e fomos almoçar fora (coisa que tentamos fazer na semana passada sem sucesso). Voltamos e passamos uma tarde tranquila em casa. A noite fomos na festa da Juju. Fez um frio de doer os ossos e o espaço onde ficavam os brinquedos, era todo aberto. Mas quem disse que criança se intimida com o frio? Você cansou de subir e descer do escorregador! Cansou de pular na cama elástica. Cansou de brincar na casinha! Cansou de correr pela grama. E com tanta energia e corre corre, nem dava mesmo pra sentir frio, né, meu amor?

Saímos à francesa, antes mesmo do parabéns, porque já era hora de você dormir e você já estava cansado e com sono. Foi uma boa noite de sono pra todos nós! Você dormiu bem e feliz!

Domingo de manhã, fomos comprar os ingredientes para o almoço e frutas para a semana. A tarde você fez o seu soninho de sempre e quando acordou, seus avós vieram te ver. Você brincou muito com o vovô, como sempre. Já no fim da tarde, fui fazer um bolo (sim, de novo) que o papai tinha pedido. Eu mal sabia que a diversão do dia estava apenas começando pra você! A preparação da massa, você quis ver, claro! Depois coloquei na forma, pus no forno e fui brincar com você. Passado algum tempo, senti um cheiro de queimado. Fui ver o bolo e o bendito tinha crescido demais e transbordou. Caiu massa na chapa do forno e já tinha virado brasa e por isto tinha fumaça pra todo lado.

Toda a movimentação que se sucedeu depois foi a MAIOR DIVERSÃO pra você!  O papai pegou o ventilador pra espalhar a fumaça e você ficava abanando a mãozinha pra "ajudar" o ventilador, eu ficava abrindo e fechando o forno pra ver a quantas estava a situação, você ficava abanando a mãozinha pra "esfriar" o calor, eu retirei as grades pra limpar, o papai retirou a chapa e sob os seus olhares, levou para quintal, pegou mangueira, lavou a chapa e guardou a mangueira (por você, a gente ficava usando a magueira o resto da noite). Recolocamos tudo, limpei o chão, lavei as louças, e depois disto tudo nós ficamos cansados e, pior, sem bolo! 
Você, claro, ficou maravilhado com tamanha movimentação numa tarde ordinária.

Depois que todo o furdunço acabou, quando já estava tudo limpo e sem fumaça, você só sabia fazer uma coisa: apontava para o fogão e dizia "Bô"!

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Final de semana (Novo marcador)

Filho,

A partir de agora, vou tentar escrever um resumo sobre os nossos finais de semana, mesmo que sejam só coisas corriqueiras (que não deixam de ser especiais), pra um dia eu reler e morrer matar as saudades.
Sábado de manhã nós saímos para andar de bicicleta, só eu e você, porque o papai não gosta - quando ele era criança, sofreu um acidente, ficou traumatizado e agora bicicleta pra ele, só nas aulas de spinning. Já você, é um aventureiro. Desde que comprei a cadeirinha, você ficou rodeando a bicicleta e logo de cara gostou de passear comigo na magrela. Você só não gosta de colocar o capacete e eu te entendo!  É incomodo mesmo.
Quando chegamos em frente de casa, você queria mais, mas eu estava cansada (recomeçar a andar de bicicleta sozinha já difícil, com uns 12 kilos extras na garupa, é mais difícil ainda). Você começou a resmungar assim que eu abri o portão. Então deixei a bicicleta na garagem e fomos andar a pé. Fomos visitar a Mel, nossa amiguinha de quatro patas que você tanto gosta e aí, como de costume, demos a volta completa no quarteirão.
Quando voltamos, fui recolher as folhas e galhos da helicônia(*) que podei na semana passada e que desde então estavam amontoadas na varanda. E você como sempre, foi um ótimo ajudante, pegando os galhos e colocando na sacola. Depois resolvi podar mais algumas folhas desta e de outras plantas e você sempre por perto, com o olhar super curioso e inquieto!

(*) Sim, Cintia! Temos uma helicônia no jardim que cresce a olhos vistos!

Eu, grávida de 7 meses, em outubro de 2009 e um projeto de planta ali no fundo.


Gu, em abril 2011, observando a pequena (e linda)
mata em que a helicônia se transformou.
















Bem, depois de darmos uma de jardineiros, o seu pai te levou na casa da vovó. Você deve ter brincado mais um tanto por lá e quando voltou estava bem cansado e com fome. Não quis saber de esperar o almoço. Pediu para mamar e acabou dormindo, bem antes do seu horário de costume. Mas dormiu pouco tempo e ficou o resto do dia muito manhoso e chorão. A tarde fomos ao shopping novo. Uma moça tinha me dito que em todos os sábados de julho haveria contação de histórias, teatrinho de fantoche, oficina de pintura e outras atividades para crianças. Mas não tinha nada disso :-(   E tivemos mesmo que ficar subindo e descendo de elevador e escada rolante com você!
Também aproveitamos para pesquisar sobre nossas férias, em uma agência de viagem que tem por lá. A moça te deu folha e caneta, o que nos rendeu alguns minutos de tranquilidade, enquanto conversávamos.

Voltamos pra casa e comecei a fazer um bolo de cenoura, que fazia dias que eu estava com vontade de comer. Como você é muito curioso e certamente pediria para o seu pai ficar com você no colo, pra você ver todo o processo, coloquei sua mesinha na cozinha e fiz tudo sobre ela. Assim você pôde (não se ainda tem acento) ver tudo, ficou feliz e o seu pai ficou descansado!
Enquanto o bolo assava, fizemos café fresquinho com leite vaporizado, que eu adoro!
Quando estamos os três juntos, na hora do café, você sempre prefere o colo do seu pai por um motivo muito simples: ele gosta de molhar a bolacha no leite com café e você adora imitá-lo! Você pega a bolacha, tenta quebrar, como ele faz, e leva até a xícara. Às vezes nem chega a encostar no leite, mas só de reproduzir o ato, você já fica contente! E como você tem mania de segurar varias coisas com uma mão, seu pai fica sempre "brigando" com você, porque você pega todas as bolachas da mesa e não deixa nenhuma pra ele. Parecem duas crianças!

 
No domingo, fomos na chácara de um amigo, comemorar o aniversário dele. Você se divertiu muito com o João Pedro e com a Laura, que são mais velhos. Brincaram muito na areia e na terra! Nunca te vi tão imundinho! Você também adorou empurrar o carrinho de boneca da Laura. Com a Nicole, que é um mês mais nova, ainda não rola uma "química".

Você quase não comeu, dormiu pouco, mas ainda assim estava um anjo. Na hora de ir embora, pedimos para você devolver o carrinho da Laura e você, como se quisesse aproveitar "só mais um pouquinho", ignorou nosso pedido e continuou empurrando. Então pedimos mais algumas vezes e você devolveu, sem choro e sem briga, para surpresa de alguns adultos que estavam por perto. Ainda saiu dando tchauzinho e mandando beijos pra todo mundo. Ai ai...que orgulho!

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Um ano e meio

Ontem o meu filhote completou 18 meses.

Dezoito meses!

Todos os dias antes dele dormir, quando ele vem do colo do pai para o meu, eu o abraço, beijo muito, e digo que ele é a coisa mais gostosa da minha vida. 

Desde que ele começou a interagir, que começamos a nos divertir juntos, eu dizia que o meu amor por ele era o maior possível. Ledo engano. Cresce a cada dia. Cresce junto com ele e com sua capacidade de entender o mundo e de nos surpreender.

Ele faz as mesmas coisas que qualquer criança desta idade faz. Mas eu, como qualquer mãe, acho que ele é demais, o mais esperto, o mais sagaz, o mais divertido e o mais inteligente.

Entre suas brincadeiras preferidas, está o esconde-esconde em volta da mesa. Chega a dar gritos de euforia quando percebe que vamos começar. Já gostou bastante de riscar qualquer papel com seus gizes de cera. Agora isto já não faz mais tanto sucesso.
Também se diverte com as tintas, mas isto requer mais disposição da minha parte, para a limpeza pós obras de arte!


Quase sempre me orgulho do seu apetite, do seu paladar variado (aquele menino que pedia brócolis no supermercado poderia ser ele, fácil, fácil) e da generosidade, já que ele gosta de dividir sua comida com os bonecos e com o passarinho de madeira que ganhou da babá.

De maneira geral, é um menino obediente e simpático. 

Depois de alguns ensaios, resolveu dormir noites inteiras. Ainda tem recaídas de saudades durante algumas madrugadas. Daí ele me chama e eu vou! Certo ele, porque neste frio, é bem mais gostoso dormir juntinho.
Ainda gosta bastante do mamazinho. Quando quer mamar, corre até o sofá, manda eu me sentar, batendo a mãozinha no assento e me olha com a maior carinha de felicidade.


Aprendeu a folhear os livros e revistas sem querer arrancar as páginas ou partes delas. E também já presta muito mais atenção nas figuras, identifica algumas coisas e não faz como a mamãe que olhava gibis de cabeça pra baixo. Quando ele vê que está do lado errado, inverte por conta própria!

Adora ficar no quintal, observando as formigas ou qualquer outro ser que se movimente.



Ainda não se aventura muito pelo mundo das palavras. Prefere apontar, fazer barulhos e gestos que expressem o que ele quer dizer.

Já faz uns três meses que ele aboliu definitivamente a chupeta, que já não era muito usada! De mamadeira ele também não quer saber. Nem eu! Nem o copo de transição é muito usado. Ele gosta mesmo é de tomar água e suco em copo normal. De vez em quando se arrisca a comer sozinho. Mas na maior parte do tempo, é como a maioria dos meninos, meio preguiçosinho.

Tem uma mania muito engraçada de segurar varios objetos com uma única mão, que podem ser colheres, gizes, peças de encaixar, papéis, etc.

Gosta dos cachorros e gatos da vizinhança, mas ainda tem um pouco de medo deles. A Mel (uma cocker fofinha que mora no fim do nosso quarteirão), é nossa amiga. Recebe nossa visita diariamente no fim da tarde. Parece que até ela já se acostumou com esta rotina.

Adora mexer nos nossos calçados. Ainda não se arriscou a calçar um "normal". Mas gosta de colocar este aqui e treinar para ser palhaço:



Nunca teve nada sério com relação a saúde. Este ano, nem resfriado ele ficou. Teve uma única tarde de febre, quando os molares estavam aparecendo. Só!  Graças a Deus, meu pequeno herdeu de mim o maior bem de todos, o mais importante, o mais valioso: saúde!

Assim é o meu Gustavo com dezoito meses. Não mais um bebê, mas um molequinho. Um molequinho peralta e feliz. Que deixa meu coração pequeno para o tamanho do amor que ele me faz sentir.


quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os efeitos de uma língua de sogra

Eu já tinha assoprado uma língua de sogra para o Gustavo uma vez, mas ele tinha só 6 meses e não achou graça nenhuma.
Estes dias ganhamos outra de uma amiga e desta vez sim, o brinquedinho foi deliciosamente desfrutado, causando até dores! Dores de barriga de tanto rir!

Sem a menor pretensão, assoprei!
E ele se contorceu de tanto rir e depois pediu mais. Assoprei de novo e ele riu ainda mais. Então comecei a assoprar perto do pescoço dele. Pra quê? Ficamos os três cansados de rir e de repetir a mesma coisa por um tempão, ora no pescoço dele, ora no pescoço do pai, que fingia sentir cocégas, para puro deleite do filho.

Tem coisas na vida que não tem preço mesmo!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Minha ídala!

Lia, faz um tempão que não consigo comentar no seu blog (já estou cansando deste blogger).
Mas esta do minhocário eu não podia deixar passar.
Simplesmente demais!
Não sou tão evoluída assim, mas te admiro muito pela atitude!

Para quem não sabe do que se trata, veja aqui.

P.S.1: ´'ídala" é força de expressão tá gente? O correto é ídolo mesmo.
P.S.2: Lia, libere os comentário de anônimos, vai?  :-)

terça-feira, 21 de junho de 2011

Que mania

O Gustavo é um curiosinho de mão cheia! Tudo ele quer ver de perto, é super observador, presta uma atenção danada nas coisas e nas pessoas, nos movimentos e nos sons!

Então que outro dia estávamos em um shopping e ele feliz da vida correndo pelos corredores, até que encontrou um menino sentado e o pai colocando o tênis no pé do garoto. O Gustavo parou e ficou na dele, só observando o pai amarrar o tênis do filho. Apenas isto! O menino devia ter uns 4 anos e estava com um pacote daqueles palitos de chocolate nas mãos.
Daí não sei porque cargas d'água, o pai achou que o meu filho queria um quitute daqueles e mandou o filho dele oferecer um palitinho para o Gu. Nisso chegou a mãe da criatura. Eu agradeci, mas disse que ele não come chocolate e a mãe do garoto enxerida curiosa, perguntou porque. E eu, otária educada, perdi meu tempo explicando. Ela me olhou com cara de superioridade, fez alguns comentários idiotas com voz velada, deu uma mão para o filho, a outra para o marido e os três viraram e sairam andando.

Ontem aconteceu algo parecido.
O nosso fim de semana foi bem agitado e não deu tempo de fazer as compras da semana. Então ontem fomos ao supermercado. Compras feitas, decidimos comer alguma coisa por lá mesmo, já que o Gustavo já tinha jantado em casa antes de sairmos. Enquanto o Carlos comia, eu fiquei correndo atrás do filhote. Daí ele viu uma
menina dentro daqueles carrinhos/brinquedo e quis chegar perto pra ver, por a mão, interagir, tentar entrar, etc. Beleza. Os dois ficaram "conversando" na língua deles e os pais da menina ficavam falando com ela, pra ela cantar, dançar, dar tchau, e exibir todos os seus talentos. Beleza. Um detalhe:  ninguém estava comendo NADA! Então que de repente, não mais que de repente, o pai da menina prodígio saca um pacote de um salgadinho qualquer e oferece para o meu filho. O pior é que a ação e a reação foram tão rápidas que não deu tempo de não deixar o Gustavo pegar. Mas imediatamente peguei o Gustavo no colo (sob protesto, obviamente) e o levei para outro lugar.

Pô, que mania desta gente de dar as coisas para o filho dos outros sem perguntar para os pais se pode ou não.  

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Olha a cobra...

...é mentira

terça-feira, 14 de junho de 2011

Frustração e birras

Quem me conhece sabe que eu sou uma pessoa calma, pouco impulsiva e paciente. Também costumo ser bem otimista. Mas de umas duas semanas pra cá, tenho ficado nervosa e perdido a paciência mais do que gostaria.

O Gustavo está com 17 meses e meio e, ao que parece, está descobrindo o que é frustração.

Não importa quanto tempo eu passe com ele, dando atenção, brincando e fazendo o que ele estiver com vontade. Ele sempre se mostra muito insatisfeito quando é contrariado. E isto acontece 95748362 vezes por dia, dia sim, dia não!
Às vezes ele demonstra sua chateação, chorando aquele choro gritado e sem lágrimas. Às vezes sai correndo desvairadamente até algum lugar, para então se jogar no chão e chorar.

E são situações das mais diversas que desencadeiam tais reações. Um "não corre perto da escada", ou um "não pode jogar a comida no chão", ou "vou ao banheiro e já volto", ou ainda "vamos tirar o cocô", etc.

E quase sempre, ele fica nervoso demais para qualquer conversa.

Eu tenho lido várias coisas sobre os comportamentos típicos e esperados para crianças desta idade.
E como disse a Flávia, em um de seus excelentes posts sobre birras, "eu sei exatamente o que não fazer: 'não gritar, não perder a paciência, não bater', sei que não posso simplesmente não fazer nada, mas não sei o que fazer." E assim estou eu: perdida.

Se tento falar, explicar, ele chora mais alto e me ignora.
Se eu fico quieta e o ignoro, o choro sem lágrima evolui para um choro de verdade, sentido, com lágrimas e soluços.
Não é sempre que a técnica de levar para algum lugar, para ver um passarinho, uma formiga, ou qualquer outra coisa no quintal, funciona.
E apesar de ter lido várias dicas sobre como agir nos momentos de birra, na hora H é difícil lembrar das coisas. E olha que por enquanto, ele ainda nem deu o show fora de casa. Fico pensando em como vai ser quando tivermos "platéia".

Mas estamos só no começo desta brincadeira. Ainda estou aprendendo.
Vou treinar muito meu lado Buda e espero, em breve, alcançar um estágio superior de serenidade e sabedoria, para poder lidar com as situações de birra com todo amor e sangue frio que elas exigem e que o meu filho merece!
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