Ontem o meu filhote completou 18 meses.
Dezoito meses!
Todos os dias antes dele dormir, quando ele vem do colo do pai para o meu, eu o abraço, beijo muito, e digo que ele é a coisa mais gostosa da minha vida.
Desde que ele começou a interagir, que começamos a nos divertir juntos, eu dizia que o meu amor por ele era o maior possível. Ledo engano. Cresce a cada dia. Cresce junto com ele e com sua capacidade de entender o mundo e de nos surpreender.
Ele faz as mesmas coisas que qualquer criança desta idade faz. Mas eu, como qualquer mãe, acho que ele é demais, o mais esperto, o mais sagaz, o mais divertido e o mais inteligente.
Entre suas brincadeiras preferidas, está o esconde-esconde em volta da mesa. Chega a dar gritos de euforia quando percebe que vamos começar. Já gostou bastante de riscar qualquer papel com seus gizes de cera. Agora isto já não faz mais tanto sucesso.
Também se diverte com as tintas, mas isto requer mais disposição da minha parte, para a limpeza pós obras de arte!
Quase sempre me orgulho do seu apetite, do seu paladar variado (aquele menino que pedia brócolis no supermercado poderia ser ele, fácil, fácil) e da generosidade, já que ele gosta de dividir sua comida com os bonecos e com o passarinho de madeira que ganhou da babá.
De maneira geral, é um menino obediente e simpático.
Depois de alguns ensaios, resolveu dormir noites inteiras. Ainda tem recaídas de saudades durante algumas madrugadas. Daí ele me chama e eu vou! Certo ele, porque neste frio, é bem mais gostoso dormir juntinho.
Ainda gosta bastante do mamazinho. Quando quer mamar, corre até o sofá, manda eu me sentar, batendo a mãozinha no assento e me olha com a maior carinha de felicidade.
Aprendeu a folhear os livros e revistas sem querer arrancar as páginas ou partes delas. E também já presta muito mais atenção nas figuras, identifica algumas coisas e não faz como a mamãe que olhava gibis de cabeça pra baixo. Quando ele vê que está do lado errado, inverte por conta própria!
Adora ficar no quintal, observando as formigas ou qualquer outro ser que se movimente.
Ainda não se aventura muito pelo mundo das palavras. Prefere apontar, fazer barulhos e gestos que expressem o que ele quer dizer.
Já faz uns três meses que ele aboliu definitivamente a chupeta, que já não era muito usada! De mamadeira ele também não quer saber. Nem eu! Nem o copo de transição é muito usado. Ele gosta mesmo é de tomar água e suco em copo normal. De vez em quando se arrisca a comer sozinho. Mas na maior parte do tempo, é como a maioria dos meninos, meio preguiçosinho.
Tem uma mania muito engraçada de segurar varios objetos com uma única mão, que podem ser colheres, gizes, peças de encaixar, papéis, etc.
Gosta dos cachorros e gatos da vizinhança, mas ainda tem um pouco de medo deles. A Mel (uma cocker fofinha que mora no fim do nosso quarteirão), é nossa amiga. Recebe nossa visita diariamente no fim da tarde. Parece que até ela já se acostumou com esta rotina.
Adora mexer nos nossos calçados. Ainda não se arriscou a calçar um "normal". Mas gosta de colocar este aqui e treinar para ser palhaço:
Nunca teve nada sério com relação a saúde. Este ano, nem resfriado ele ficou. Teve uma única tarde de febre, quando os molares estavam aparecendo. Só! Graças a Deus, meu pequeno herdeu de mim o maior bem de todos, o mais importante, o mais valioso: saúde!
Assim é o meu Gustavo com dezoito meses. Não mais um bebê, mas um molequinho. Um molequinho peralta e feliz. Que deixa meu coração pequeno para o tamanho do amor que ele me faz sentir.